Como conciliar os estudos com a rotina de professor em São Paulo?

Em meio à rotina acelerada, você sente que não está tendo tempo para aprimorar seus estudos e avançar na carreira de professor?

É evidente que aliar os cuidados com a família aos estudos é um grande desafio, especialmente para quem vive em uma cidade grande, como São Paulo — é uma tarefa que exige dedicação e muito esforço, mas não é impossível.

No post de hoje vamos mostrar como conciliar os estudos com a rotina de professor em São Paulo, além de mostrar alguns cursos interessantes para quem se encaixa nesse perfil. Confira!

Quais são as modalidades de curso?

Aliar uma pós-graduação à rotina de professor e à vida pessoal não é tarefa fácil. E, para que isso dê certo, é importante que você tenha em mente quais são seus objetivos e qual modalidade é a mais interessante para você no atual momento de sua vida.

Felizmente, o curso presencial já não é a única opção para quem precisa fazer uma pós ou extensão. Existem outras modalidades interessantes para quem tem uma rotina de professor e precisa dar o próximo passo na carreira. Confira, a seguir, e veja qual se encaixa para você.

Curso presencial

Essa modalidade você já conhece. Os cursos presenciais são realizados na própria faculdade ou instituição de ensino, contabilizam presença e promovem as demais atividades presencialmente, por isso, exigem planejamento financeiro.

Realizar uma pós ou extensão presencial vai exigir que você se desloque para a escola, por isso, é necessário também analisar se essa logística se encaixa em sua rotina.

A principal vantagem do curso presencial, no entanto, é a possibilidade de estar em um ambiente acadêmico, trocar ideias com os professores e colegas e participar ativamente da comunidade acadêmica. Isso é um fator importante na hora de considerar o conhecimento que você vai adquirir ao longo do estudo.

Cursos a distância

A principal característica dos cursos a distância (EAD) são as aulas e o material de estudo disponíveis no ambiente on-line. Isso significa que o aluno não precisa se deslocar para fazer o curso; basta estar em um local com computador e um bom acesso à Internet.

Geralmente, existe uma plataforma de ensino que contabiliza a presença do aluno e oferece todo o material necessário: videoaulas, textos, indicação bibliográfica, podcast, exercícios etc.

Alguns cursos realizam provas e seminários mensais ou semestrais presencialmente, o que exige organização antecipada do aluno.

Certamente, a principal vantagem dos cursos a distância é a liberdade para escolher os dias e horários em que vai assistir às aulas e fazer os trabalhos e exercícios. É uma ótima opção para quem não tem condições de se deslocar até a faculdade antes ou depois do trabalho e precisa de autonomia para organizar a própria agenda de estudos. No entanto, é preciso muita organização e foco para não perder o ritmo e a motivação nos estudos.

Os cursos EAD também são mais acessíveis do que os presenciais, uma vez que não exigem grande estrutura física com equipamentos e funcionários.

Cursos semipresenciais

Os cursos semipresenciais são uma mistura das principais características das modalidades que falamos anteriormente. Eles apresentam mais autonomia do que o curso a distância e mais flexibilidade em relação ao presencial.

Além disso, nos cursos semipresenciais, ainda existe a possibilidade de manter contato com professores e outros estudantes, o que facilita a conservação da motivação e a troca de ideias.

Mas o ponto-chave que precisa ser considerado nessa modalidade é o deslocamento, pois existirão encontros presenciais, como aulas, palestras e fóruns de discussão. Durante os encontros, devem existir tutores para auxiliar os alunos, e as avaliações também devem ser presenciais, de acordo com especificações do Ministério da Educação.

Como conciliar estudos e a rotina de professor?

Depois de escolher a modalidade que mais se encaixa em seu perfil e disponibilidade, é importante saber como conciliar esse curso com sua rotina de professor. Como dissemos, não é impossível, mas vai exigir organização e foco. Quer saber mais? Confira, a seguir, algumas dicas. Veja!

Estabeleça prioridades

O primeiro passo é separar suas obrigações e tarefas em ordem de prioridade. Você pode montar listas, planilhas ou agendas, mas o mais importante é separar o que é importante em um determinado momento e aquilo que não é.

Se o curso semipresencial ou a distância for prioridade em um período de tempo, você não pode deixar que outras tarefas menos importantes o impeçam de dar a devida atenção a ele. Por isso, divida seu tempo, de modo que possa dedicar-se a esse estudo com afinco e fazer valer seu tempo e dinheiro.

Faça um cronograma

Uma boa forma para organizar seu tempo e suas prioridades é montar um cronograma. Ele pode ser semanal ou mensal, mas suas obrigações e entregas devem estar visíveis a todo momento para que você não perca o foco.

É interessante tentar separar ao menos duas horas por dia para dedicar-se ao estudo, às aulas e às tarefas do curso. Entretanto, cada pessoa deve separar seu tempo de acordo com sua própria rotina e necessidades.

Não desperdice tempo

Ao definir prioridades e os momentos certos para dedicar-se a elas, fica mais fácil dizer não para o que não é tão importante.

Por isso, mantenha sempre o foco e evite distrações em momentos inadequados, que poderiam ser mais bem aproveitados para o estudo.

Separe tempo para família e lazer

Em meio a estudos e trabalho, lembre-se de não deixar de lado as pessoas que importam para você e as atividades que mais gosta de fazer.

Assim, separe um tempo no final de semana e nas horas vagas para passear com a família, cuidar de seu animal de estimação, praticar exercícios físicos ou um hobby. Isso ajuda a recarregar as energias para voltar a dedicar-se ao seu desenvolvimento profissional e ao trabalho na escola.

Agora você já sabe que conciliar os estudos com a rotina de professor não é uma tarefa impossível, mas vai exigir foco e organização. Entretanto, o desenvolvimento profissional vai valer todo o esforço despendido no curso.

Quer saber mais sobre cursos de pós-graduação para professores? Entre em contato conosco e confira como desenvolver sua carreira de acordo com suas necessidades.

O que o professor pode fazer para melhorar o desempenho dos alunos?

​Indisciplina, problemas familiares, falta de concentração, dificuldade de aprendizagem e, consequentemente, mau desempenho em sala de aula. Em um ambiente hostil ao professor, como ajudar aos alunos?

Será que é possível minimizar essas questões e possibilitar aos estudantes com comportamentos inadequados um rendimento mais positivo?

Sim. Mas é preciso incutir na cabeça dos alunos, mesmo que de forma suave e gradual, a importante relação entre a formação e o mercado de trabalho, cada vez mais competitivo.

Nesse cenário, listamos mais algumas dicas para melhorar o desempenho dos alunos e também o relacionamento entre estudantes e professores. Vamos a elas!

Estabeleça regras mais firmes

Os primeiros dias de aula são ideais para lançar mão de determinados artifícios. Transforme suas regras em uma espécie de jogo, de forma que seus alunos se sintam envolvidos numa atmosfera lúdica.

Mostre ou demonstre o que você espera de seus alunos. Deixá-los seguros e explicar claramente o que você deseja é o primeiro passo para dividir boas experiências com eles. Transparência conta pontos, conquista confiança e minimiza deslizes.

Converse com professores mais experientes

Observe a turma desde os primeiros dias de aula. Tente verificar as maiores qualidades do conjunto dos alunos e, posteriormente, particularize as principais características de cada um.

O que mais te incomoda na turma? É a indisciplina? É a displicência? Uma certa arrogância? Ou simplesmente uma falta de vontade de prestar atenção na aula, típica de criança e de adolescente?

Depois de identificado o problema ou as principais questões, converse com seus colegas na sala de professores, sobretudo, os mais experientes. Talvez eles estejam vivenciando experiências similares às suas.

Logo, é importante ter uma análise mais profunda de quem assiste a tudo do lado de fora e, talvez, possa ajudar com diálogos interativos e soluções viáveis.

Aprenda com os problemas

Na maioria das vezes, a indisciplina escolar é a maior ‘inimiga’ do professor. Evitar rotular os alunos é uma das formas de reduzir as más condutas, já que crianças e adolescentes têm rejeição a esse tipo de atitude ou a comparações entre colegas.

Para minimizar essas questões, tente oferecer à turma aulas interessantes, dinâmicas, sem longos discursos sobre valores ou sobre a importância do comportamento.

Você pode estar se perguntando se essas não são as funções primordiais de um educador. E a resposta é sim. Mas, os alunos, especialmente os indisciplinados, precisam de motivação e estímulo para estarem em sala de aula e com interesse em aprender algo. Portanto, use a sua criatividade para lhes causar curiosidade.

Trabalhe com atividades mais interativas

A melhor forma de manter os estudantes concentrados e focados é criar atividades interativas. Promova debates, divida a turma em equipes, use o quadro, vídeos, livros, imagens, aplicativos; ou seja, misture as diversas ferramentas, de forma que o aluno não se sinta entediado.

Além disso, promova campanhas e projetos em torno de um objetivo final e elogie as melhores iniciativas. Isso fará bem à turma, pois ela se sentirá como parte de um processo.

Estimule o relacionamentos entre alunos

Promova mais integração entre a turma. Use as conversas e brincadeiras entre alunos a favor do professor. Porém, de forma sutil, sempre imponha respeito. E, quando tiver oportunidade, deixe que os alunos debatam mais, participem, opinem, questionem e também proponham soluções.

Pois, essas atitudes que faz com que eles se sintam meio ‘professores’ pode contribuir para maior amizade entre colegas e até mesmo para implementar novas metodologias de ensino. Quem não se sente bem ao trabalhar com uma turma participativa? 

E então? Gostou das dicas para melhorar o desempenho dos alunos? Este e outros textos podem ser lidos no momento em que você quiser. Basta assinar nossa newsletter e aproveitar muito mais!

Profissão de Professor: inspire-se com a carreira mais importante de todas!

Embora vários obstáculos ainda tenham de ser superados, a profissão de professor é de extrema importância se levarmos em consideração que é ele o grande responsável pela formação de todos os que frequentam uma escola — não somente do ponto de vista educacional, mas também humanístico.

Se você está pensando em seguir essa carreira ou já é professor e pretende mergulhar a fundo na profissão, listamos alguns aspectos que chamam a atenção e fazem do docente um ser de fibra e fonte de inspiração. Confira!

O professor detém o poder de ensinar a todos

Se há uma característica que não podemos deixar de citar na profissão de professor é a capacidade que ele tem de formar cidadãos, isto é, constituir seres vivos pensantes, com capacidade intelectual para alçar voos em suas próprias carreiras.

É enorme o poder que o professor tem sobre seus alunos, ainda que, muitas vezes, ele não tenha dimensão disso. Portanto, a dica é: inspire-se para inspirar. Reconheça a si próprio como um grande educador e faça valer seus ensinamentos.

Uma carreira repleta de desafios

A profissão de professor é desafiadora. Ao lidar com alunos dos mais diversos perfis sociais, econômicos e humanísticos, o educador é posto à prova frequentemente. Ele é responsável por sanar carências intelectuais dos educandos e por transformá-los em pessoas com opinião formada, prontas para disputar uma vaga no mercado de trabalho.

Além disso, ele é desafiado a lidar com as intempéries da profissão, como a falta de valorização, violência no ambiente escolar, baixos salários, pouco investimento por parte do órgãos governamentais e um dos mais graves aspectos da área educacional: a evasão escolar, fator que contribui para o alto nível de analfabetismo funcional (pessoas que somente sabem escrever o nome) no Brasil.

Justamente por lidar com tantos desafios, ser professor torna-se uma carreira de responsabilidade ímpar e até mesmo uma referência para outras profissões.

A tecnologia age a favor da profissão

O tempo em que professor era sinônimo de “cuspe e giz” já passou. Com o avanço tecnológico das últimas décadas, hoje a carreira proporciona uma série de possibilidades. Ser professor sugere ser tecnológico, ser conectado e imbuído da missão de ampliar os horizontes de seus alunos.

Por isso, a hora é de mãos à obra e de buscar atualização, seja por meio de especialização ou de cursos mais breves, focados na arte do pensamento computacional. Os resultados são enormes e saltam aos olhos, sendo bons para você, ótimos para a escola e excelentes para o estudante!

As recompensas valem o esforço

Ser professor tem suas recompensas. Qual é o professor que não se orgulha dos alunos que ele educou? Quem não se emociona ao receber um trabalho benfeito, ao perceber que seu esforço foi recompensado quando recebe a notícia de que um aluno já é universitário, ou ao ser elogiado pelo diretor ou pelos pais pelo bom desempenho do estudante?

Há um longo caminho a percorrer, e a profissão de professor ainda não é valorizada como deveria no Brasil, mas, em um mundo em constante transformação, é possível enxergar uma luz no fim do túnel.

Então, gostou deste artigo? Que tal ler nosso post intitulado Professor atualizado: entenda a importância para sua carreira e participar com sugestões? Estamos à sua disposição e desejamos boa sorte na sua jornada!

Educadores inspiradores: 4 filmes que todo professor deveria assistir

De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup em parceria com a Purdue University, constatou-se que as pessoas que tiveram o privilégio de ter um professor especial tendem a ser mais satisfeitas na vida pessoal e, naturalmente, na carreira.

Os dados dessa pesquisa deixam evidente que o melhor professor não é aquele que fica a aula inteira focado no conteúdo da sua disciplina, seguindo à risca os capítulos do livro, mas o que inspira seus alunos a serem as melhores pessoas que eles podem ser. Não acredita? Pare e pense: Quem foi o professor mais importante na sua trajetória acadêmica?

Consegue distinguir a diferença entre os dois tipos de educadores agora? Então confira a seguir alguns filmes sobre professores e inspire-se para ser sua melhor versão para os alunos também!

1. Sociedade dos Poetas Mortos

É provável que você já tenha ouvido a frase célebre: “Oh Captain! My Captain!”, não é mesmo? A frase de autoria de Walt Whitman é proferida pelo personagem John Keating — professor de inglês e literatura da rígida academia Welton — na abertura de sua primeira aula.

Em um primeiro momento, essa apresentação pouco convencional do professor assusta os alunos. No entanto, com o decorrer das aulas, o educador começa a encantar os alunos com a literatura e a estimulá-los a perseguir seus sonhos e suas vocações, transformando-os em pensadores livres.

2. Como estrelas na terra, toda criança é especial

Esse filme, lançado em 2007 e dirigido por Amir Khan, aborda a trajetória escolar e o cotidiano familiar conturbado de Ishaan — um menino que possui dificuldade com a leitura e a escrita — que acaba sendo enviado para um internato pelo pai, que já não tem mais paciência com seu baixo desempenho.

Contudo, no momento em que chega o dedicado Nikumbh — professor substituto de artes —, as coisas começam a mudar na vida do garoto. O professor descobre o que nenhuma outra pessoa foi capaz de descobrir e estabelece uma relação com Ishaan, resgatando-o da depressão.

Essa obra cinematográfica mostra como as práticas educativas de um professor influenciam diretamente a aprendizagem do educando e oferece uma reflexão sobre padrões inflexíveis e convencionais de ensino, que, por vezes, não consideram a dificuldade dos alunos e a subjetividade da aquisição de conhecimentos.

3. Preciosa – Uma história de esperança

Lançado em 2009, esse filme retrata a história de Claireece Precious Jones, uma adolescente semianalfabeta de 16 anos, obesa e negra que, além de sofrer violência física e psicológica de sua mãe, é abusada sexualmente pelo pai.

Embora o filme tenha como tema principal os abusos a que a garota era submetida, ele sinaliza a importância da cultura e da educação como base para que uma pessoa se sinta verdadeiramente inserida na sociedade e, acima de tudo, mostra como o professor pode ser um agente transformador na vida de alunos com históricos problemáticos.

4. Coach Carter – Treino para a vida

Esse filme aborda o retorno de Ken Carter à sua antiga escola em Richmond, Califórnia, como técnico do time de basquete. Com a função de colocar os jogadores em forma, Carter determina regras e impõe um regime em que os alunos que desejam participar do time da escola devam assinar um contrato que inclui: comportamento respeitoso, boas notas e modo adequado de se vestir.

Apesar da resistência inicial ao contrato, a equipe cede e, sob o comando de Carter, começa a se tornar imbatível. No entanto, quando as notas dos jogadores começam a baixar, a sequência de vitórias é interrompida pelo próprio técnico, que decide fechar o ginásio e suspender a participação do time no campeonato até que as notas voltem a subir.

Embora essa atitude do treinador acabe contrariando toda a comunidade, o desempenho dos jogadores melhora, demonstrando que desafiar e acreditar no potencial dos alunos faz com que eles se sintam motivados a ir além das suas limitações.

Então, já assistiu a algum desses filmes sobre professores? Com certeza, um deles motivará você ainda mais. Para ter acesso a outros conteúdos como este, não deixe de nos seguir no Facebook!

Educação Inclusiva: qual é o real papel do professor?

Com o auxílio de novas propostas educacionais, como a Declaração de Salamanca, vem se estabelecendo no Brasil um processo de democratização do ensino. Nesse contexto, a educação inclusiva — processo de inclusão de pessoas com necessidades especiais na rede regular de ensino — ,que até pouco tempo era considerada utopia, é uma das faces dessa democratização.

No entanto, diante de salas de aulas superlotadas, a inclusão se tornou um desafio para muitos professores e instituições de ensino, trazendo à tona alguns questionamentos: como proceder para que o aluno portador de deficiência se sinta realmente incluído? Qual é o papel do professor na educação inclusiva?

Algumas respostas para essas questões podem ser encontradas neste artigo. Confira!

A atuação do professor na educação inclusiva

De acordo com pesquisa feita por graduandas da Universidade Federal do Acre, 70% dos professores não tiveram, durante sua formação, acesso ao ensino adequado para lecionar aos alunos portadores de deficiência. Esse dado alarmante não é um caso isolado no país, mas, sim, o reflexo da formação falha de muitos professores brasileiros, que se sentem completamente perdidos no momento em que se deparam com um aluno que possui necessidades especiais.

No entanto, existem algumas estratégias que podem ser adotadas pelos educadores para tornar a inclusão uma realidade na sala de aula. Confira.

Qualificação profissional além da graduação

O primeiro passo que o professor deve dar para incluir um aluno com deficiência é buscar uma qualificação profissional além da graduação. A especialização em educação especial inclusiva, por exemplo, fornecerá ao educador toda a capacitação de que ele necessita diariamente na sala de aula.

Recursos materiais no processo de aprendizagem

Alunos portadores de deficiência aprendem com mais facilidade quando são expostos a materiais concretos, no lugar de conceitos abstratos. 

Dessa forma, a utilização de recursos sensoriais aliada às atividades lúdicas impactarão diretamente a apreensão da matéria pelo aluno.

Atividades em duplas ou grupos

A realização de atividades em duplas ou grupos tem se provado uma ótima forma de incluir alunos. Pois, a partir desse tipo de atividade, o educador cria um ambiente de cooperação e interação entre os alunos, além de promover o respeito pela diversidade. 

Os principais desafios na sala de aula

A inserção de crianças e adolescentes com necessidades educativas especiais na escola é recheada de obstáculos. Entre eles, podemos destacar: a falta de recursos materiais, a péssima infraestrutura, a ineficácia da metodologia de ensino padrão e o número elevado de alunos por turma. Entretanto, o principal empecilho em que o professor esbarra está justamente nos limites da sua formação profissional.

Sem qualificação, o educador acaba não conseguindo amparar o aluno que exige atenção especial. Isso afeta sua auto-estima como profissional, visto que ele se sente incapaz de auxiliar o aluno em sua jornada de aprendizagem.

Driblar esses desafios não é tarefa fácil. Porém, com um pouco de persistência e afeto, aliados à especialização, é possível plantar a semente da transformação na educação desses educandos.

A relação entre professor e o aluno especial

Para que professor e aluno tenham uma relação de trabalho bem sucedida, o educador, primeiramente, deve abandonar qualquer tipo de pré-conceito. Em segundo lugar, o docente deve manter em mente que o aluno com necessidades especiais possui habilidades que devem ser exploradas e desenvolvidas ao longo do percurso escolar.

O real papel do educador na educação inclusiva

Como você pôde perceber ao longo desse artigo, o papel do educador na educação inclusiva envolve o desenvolvimento das habilidades intelectuais e sociais do aluno, a partir de um plano de aula que contemple toda a turma, sem distinção. 

É importante ressaltar que, caso isso não seja possível, o professor deve adaptar as atividades de acordo com a limitação da criança. 

Além disso, é imprescindível que o educador estimule o aluno e comemore as suas pequenas conquistas. Isso, pois, no momento em que uma criança percebe que possui capacidade para executar certas tarefas, ela adquire autoconfiança e passa a se sentir capaz de vencer qualquer desafio. 

Nosso artigo ajudou você a entender o real papel do professor na educação inclusiva? Então curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de mais artigos como este! 

Aliando a Pedagogia às outras áreas do conhecimento: como ser um educador melhor?

Lecionar: uma das tarefas mais gratificantes quando o assunto é transmitir conhecimento a crianças, jovens e adultos.

No entanto, mais importante que dominar um conteúdo é saber transmiti-lo através de novas abordagens, técnicas inovadoras e metodologias de ensino mais eficientes. E isso é essencial para uma prática pedagógica diferenciada.

Mas, qual é o conceito de pedagogia? Quais os benefícios das práticas pedagógicas para o ensino e para outras áreas do conhecimento? Tentando responder a essa questão, listamos algumas sugestões de como ser um educador melhor.  Vamos lá!

De onde vem a palavra pedagogia?

A palavra pedagogia é a união de dois radicais gregos: “paidos”, que significa criança e “agoge”, que quer dizer conduzir. Ou seja, a pedagogia trata de princípios e métodos de ensino para a condução da criança no ambiente escolar.

Como o professor carrega em si a intenção primeira de transmitir informações a seus alunos, transformando-as em conhecimento, isso pode ser feito de diversas formas.

Assim, a pedagogia se torna um conjunto de medidas instrumentais e didáticas que podem ser usadas em diversos níveis de trabalho – desde a educação infantil até o ensino superior.

Como otimizar a prática pedagógica?

Na sala de aula, as práticas pedagógicas são inseridas à partir da dupla currículo-ensino. Esse é um dos métodos mais eficazes para o cumprimento das metas escolares, pois permite a otimização do objetivo da pedagogia: ir além da aprendizagem do conteúdo. Isto é, perpassar esse limite e influenciar no comportamento e na vida acadêmica dos educandos.

Logo, torna-se fundamental a aquisição de novos conhecimentos que sinalizem com a otimização da prática pedagógica. Conhecimentos que possibilitem o desenvolvimento de inúmeras habilidades fundamentais e que ajudem o profissional a ser um educador melhor. 

E, dentre os resultados mais importantes estão a melhoria no relacionamento entre aluno-professor e aluno-colegas, bem como a facilidade para integrar as metodologias de ensino com a sedimentação de valores pessoais, como disciplina e responsabilidade, por exemplo.

Quais as principais áreas de atuação?

Além de compreender os sistemas, os métodos de ensino e os processos de aprendizagem para alunos de diversos níveis escolares, o pedagogo também pode atuar na área administrativa em vários segmentos da gestão escolar.

Sendo assim, ele pode gerenciar instituições de ensino, acompanhar, orientar e avaliar o desempenho de professores, principalmente. Sua formação permite ainda elaborar materiais didáticos e ministrar aulas para crianças e adultos com necessidades especiais.

O profissional da pedagogia pode também desenvolver projetos educacionais para empresas privadas e organizações não governamentais, além de atuar em processos educacionais de crianças e jovens internados em hospitais.

Que tipos de ferramentas podem ser exploradas?

Ao mesclar conhecimentos da pedagogia com a tecnologia, o educador pode utilizar diferentes maneiras para transformar as aulas em algo criativo, inovador e atraente.

Pode-se também explorar os recursos dos dispositivos móveis e utilizar programas com conteúdos pedagógicos interessantes para uma aprendizagem de forma lúdica e divertida. 

Entretanto, a linguagem precisa ser acessível ao aluno e contribuir, de modo positivo, para a troca de ideias e vivências. Para isso, os termos científicos deverão ser substituídos por um linguajar mais didático, atrativo e moderno.

Agora que você já sabe como ser um educador melhor e exercer uma prática pedagógica diferenciada, que tal  deixar um comentário neste post? Estamos à disposição! 

A importância da qualificação profissional para professores e educadores

Para melhorar a qualidade da educação e otimizar resultados é preciso, ao mesmo tempo, investir na qualificação profissional para professores e educadores.

Os bons resultados e a satisfação com o trabalho dependem desse investimento, pois o mercado atual está cada vez mais seletivo.

Quer saber como dar um upgrade em sua carreira educacional? Há várias alternativas para isso. Leia e descubra mais!

A importância de uma boa qualificação

Lee Sing Kong, diretor do Instituto Nacional de Educação de Singapura, em entrevista à revista Nova Escola, contou sobre a necessidade de se investir no professor e como isso pôde melhorar a qualidade de ensino no país. Lá a Educação não é mais encarada como custo, mas como investimento prioritário, afirmou o diretor.

É interessante focar que o primeiro passo para o progresso da educação em Singapura foi a valorização do professor, ou seja, o aprimoramento profissional.

Quando um educador desenvolve e aperfeiçoa suas habilidades profissionais, a autoestima do especialista é reforçada. Isso faz ele se sentir capaz de realizar o seu trabalho com sucesso, o que contribui tanto para o desenvolvimento pessoal, como para o crescimento da instituição.

E então? Gostaria de saber como investir na em sua qualificação profissional? Veja as dicas que selecionamos para você e cresça cada vez mais!

A influência de pós-graduações

Sempre há no mercado profissionalizante opções de pós-graduações de qualidade e que são semipresenciais. Nesse contexto, você pode aperfeiçoar-se em várias áreas como:

  • Inclusão — para atuar no atendimento de alunos especiais é necessário uma formação extra com ênfase no respeito às diversidades apresentadas e vivenciadas no meio escolar.
  • Pedagogia — promover o treinamento do professor em novas práticas de ensino e alfabetização para aprimorar o seu desempenho na dinâmica escolar de aprendizagem;
  • Pesquisa — desenvolver uma pesquisa é sempre uma forma de aprendizado e de atualização no ramo educacional;
  • Interdisciplinaridade: o trabalho interdisciplinar no processo educacional é fundamental para uma quebra de barreiras na aprendizagem. Cada vez mais, as escolas tornam-se adeptas dessa nova proposta em sala de aula,  pois o trabalho interdisciplinar é algo inovador e importante para o aprendizado

Há diversos ramos a serem pesquisados na pós-graduação voltada à qualificação profissional para professores e educadores. O importante é selecionar qual a sua maior necessidade e estudar para intensificar, inclusive, o próprio currículo.

O interesse nas novidades da área

Estar atento às novidades do mundo atual é pré-requisito para muitas profissões; mas, principalmente na educação, onde a clientela sempre estará em mudança.

A realidade dos alunos de cinco anos atrás não é a mesma de hoje. E nós, professores, não podemos deixar que o tempo nos vença. Técnicas de didática precisam ser adaptadas a esse público, de modo a oferecer um diferencial para o seu futuro.

A tecnologia é outro ponto que merece atenção. É importante não ter resistência às novas formas de comunicação disponíveis. E, adaptar-se a elas é essencial.

Além disso, compreender as transformações do mundo e criar dinâmicas para produzir conhecimento  é fundamental para um novo perfil de jovens, cujo estilo de comunicação é baseado no processamento rápido de informações.

O valor do aprendizado de novos idiomas

O aprendizado de novos idiomas também amplia sua visão de mundo, além de exercitar a cognição e proporcionar o acesso à informações que antes, você não teria. 

O domínio de uma segunda ou terceira Língua é capaz de tornar qualquer profissional indispensável e mais valorizado na área educacional. Portanto, invista nisso e tenha mais um diferencial na sua carreira.

A  necessidade de aproveitar as oportunidades oferecidas

O aperfeiçoamento, por vezes, passa pela nossa frente e, nem sempre o enxergamos. Mas, é importante não perder certas oportunidades. Existem empresas e instituições que oferecem cursos para a qualificação dos professores e esse é o momento de buscar a evolução profissional.

Aproveite os cursos semi-presenciais disponíveis. Eles auxiliam no crescimento da carreira e oferecem fácil acesso ao conhecimento, além de ferramentas didáticas relevantes para a sala de aula.

Então não perca a oportunidade de investir em si mesmo e aperfeiçoar o potencial que tem para atuar na área educacional.

E, agora? Esse texto ajudou você a compreender a importância da qualificação profissional para professores e educadores? Então, compartilhe em suas redes sociais e ajude aos seus amigos a investirem na carreira profissional!

 

Quais são os tipos de dificuldade de aprendizagem? Descubra aqui!

Cada indivíduo possui um ritmo próprio em relação ao processo de aquisição de conhecimentos. Isso é normal. Algumas pessoas, entretanto, podem apresentar dificuldade de aprendizagem em maior escala, o que, com certeza, vai influenciar no seu desenvolvimento cognitivo.

Normalmente associada a fatores como o método de ensino utilizado pelo professor, falta de estímulo e ocorrência de problemas neurológicos, entre outros, a dificuldade de aprendizagem pode contribuir para desmotivar uma pessoa, deixando-a sem perspectivas de evolução no que diz respeito aos estudos.

Por isso, é essencial que o educador (e também a família) conheça os tipos mais comuns de dificuldade de aprendizagem, seus sintomas e as formas disponíveis de tratamento. Quer saber mais sobre isso? Continue a leitura e confira!

Dislexia

O que é

É um distúrbio em que a pessoa tem dificuldade em ler e escrever, pois não consegue estabelecer uma correspondência entre os símbolos gráficos e seus respectivos sons (fonemas).

Sintomas

Alguns possíveis sinais da dislexia são: grande quantidade de erros ortográficos, dificuldade de interpretar textos, ritmo de leitura abaixo do nível considerado satisfatório para pessoas de determinada faixa etária, entre outros.

Tratamento

É necessária a intervenção de uma equipe multidisciplinar, incluindo fonoaudiólogo, psicopedagogo, neurologista, entre outros.

É indicado o uso de recursos lúdicos  como jogo da forca, caça-palavras, palavras-cruzadas (atividades que auxiliam na memorização e identificação das sílabas que formam as palavras). Também é indicado fazer leituras junto com o paciente, de forma que ele possa identificar e compreender as pausas realizadas durante a leitura e a função dos sinais de pontuação.

Dislalia

O que é

Consiste em um distúrbio em que a pessoa apresenta dificuldade na articulação das palavras, pronunciando-as de maneira errada.

Sintomas

Os sintomas da dislalia são, basicamente, a omissão ou a substituição de fonemas (como acontece com o personagem Cebolinha, que troca a letra “r” pela letra “l”).

Tratamento

O ideal é procurar um profissional especializado (um psicopedagogo, um otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo), que pode orientar e indicar exercícios específicos para tratar o problema.

Discalculia

O que é

A pessoa com esse problema tem dificuldade em relação aos números, de modo geral. Identificar sinais matemáticos, montar operações, compreender conceitos próprios da Matemática são exemplos de ações difíceis para quem tem discalculia.

Sintomas

Alguns possíveis indicadores da discalculia são: não conseguir diferenciar (entre dois números citados) qual é o maior e qual é menor, não compreender o conceito de conjuntos, não conseguir realizar operações matemáticas básicas (adição, subtração, multiplicação, divisão), entre outros.

Tratamento

É preciso que exista uma parceria entre a família, a escola e o profissional especializado (psicopedagogo).

família pode ajudar por meio de atividades simples, como solicitar que a pessoa auxilie no preparo de alguma receita, que envolve quantidades e medidas. A escola, por sua vez, precisa ser informada a respeito do diagnóstico para que possa oferecer à pessoa condições efetivas de aprendizagem. Já o profissional especializado vai utilizar recursos lúdicos específicos, como jogos adequados ao atendimento das necessidades do paciente.

Existem outros tipos de dificuldade de aprendizagem, além desses que foram citados. Para cada um deles existe um tratamento específico, capaz de reinserir as pessoas acometidas por esses problemas no processo de ensino-aprendizagem.

Outra informação importante: quanto mais cedo o distúrbio for diagnosticado, maiores são as chances de a pessoa apresentar uma evolução satisfatória na recuperação do seu ciclo de aprendizado.

Você já conhecia os tipos de dificuldade de aprendizagem citados neste post? Deixe aqui o seu comentário e compartilhe sua experiência.

 

Professor atualizado: entenda a importância para sua carreira

O progresso constante é algo de extrema importância em todas as carreiras, e na área da educação não é diferente. Um professor atualizado, além de possuir uma bagagem extra de conhecimento, ainda se sente mais confiante e motivado a ir para a sala de aula e aplicar tudo o que aprendeu.

Atualmente, os profissionais estão sempre conectados e recebem uma quantidade muito grande de informações de todos os tipos, e o professor deve estar preparado para esclarecer as dúvidas que surgem a todo momento, especialmente quando os alunos já são adultos formados e bem preparados, em busca de novos conhecimentos.

É claro que não é possível saber tudo, afinal, todos somos eternos aprendizes. Entretanto, é necessário haver um comprometimento de buscar aprender o que não se sabe para esclarecer aos alunos em outro momento.

Abaixo, listamos os principais benefícios que um professor pode obter ao investir tempo e recursos em cursos de atualização. Confira!

Maior valorização

Diversas instituições universitárias e de pós graduação oferecem programas de evolução de carreira a seus docentes. Por meio de provas ou avaliações de rendimento, os profissionais podem passar a ganhar aumentos em seu salário.

Destaque profissional

O professor atualizado sempre traz novidades e tem uma maior facilidade de dar aulas menos cansativas, por saber aplicar o conhecimento de maneira dinâmica, despertando o interesse do aluno.

O que acontece especialmente quando o mestre entende o que os profissionais estão buscando em sua especialização, e como eles podem aplicar o que aprendem no mercado de trabalho.

Isso faz com que o profissional se destaque no mercado e, a partir disso, consiga novas propostas de trabalho, principalmente se tiver alguma especialidade.

Alunos mais preparados

Profissionais atualizados contribuem diretamente para a melhoria da qualidade do ensino, formando especialistas muito mais preparados e críticos, para atuar de maneira ética e idônea em seu campo de atuação.

Também é importante dizer, que na docência do ensino superior, podem-se descobrir novos talentos e aumentar o networking, algo que pode trazer novas oportunidades para ambos os lados.

Benefícios para a sociedade

A educação de qualidade é uma das maiores contribuições que podem ser dadas para o benefício de uma sociedade. Um professor atualizado possui muito mais artifícios para conquistar isso.

E não é apenas o educador que precisa se manter atualizado, mas sim todos os profissionais que estão envolvidos com o ambiente educacional, como diretores, gestores, coordenadores pedagógicos e supervisores de escolas ou institutos de ensino.

Todos esses profissionais lidam diretamente com jovens e adultos, que estão em constante mudança em todos os sentidos. E com esse mundo cada vez mais tecnológico, acompanhar tantas evoluções não é uma tarefa tão fácil assim.

Por isso, ressaltamos que a atualização profissional deve ser feita em todos os âmbitos. Tanto com relação ao conteúdo propriamente dito, no qual podem existir novas teses, teorias, até ferramentas tecnológicas. As atualizações podem dizer respeito, ainda, à parte pedagógica, como as novas metodologias de ensino e incentivo ao aprendizado, formas de conquistar a atenção do aluno e fazê-lo participar da aula, dentre outros itens.

Estar atento ao cenário político também é fundamental para quem trabalha com educação, pois sua profissão está muito ligada aos acontecimentos deste ambiente. Portanto, o professor deve ler jornais, revistas e sites de diferentes fontes, obtendo informações de maneira imparcial.

A troca de conhecimento e experiências entre os professores e demais profissionais da área educacional, também é algo que pode ser facilitado por meio de cursos de atualização e pós-graduação, que vai agregar bastante ao desempenho de suas funções.

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4 brincadeiras de matemática para aplicar em sala de aula

Ensinar matemática para crianças não é uma tarefa fácil. Em tempos de redes sociais e tecnologias que distraem os alunos durante as aulas, a missão pode se tornar ainda mais desafiadora.

Nesse sentido, aplicar brincadeiras de matemática é uma ótima maneira de prender a atenção dos alunos e aproximá-los da matéria, o que torna o aprendizado mais natural e prazeroso.

Quer saber mais? Conheça a seguir 4 brincadeiras de matemática para a sala de aula e estimule em seus alunos o gosto por essa disciplina fascinante!

1. Boliche

Essa brincadeira pode ajudar os alunos a desenvolverem o domínio da adição. Com 10 garrafas PET e uma bola — que não seja muito grande —, é possível organizar uma divertida disputa entre os alunos da turma.

Basta atribuir um número a cada garrafa e posicioná-las de forma que seja difícil derrubar todas de uma vez. Um a um, então, os alunos fazem um arremesso.

Depois de jogar, cada estudante deve contabilizar quantos pontos fez, de acordo com as garrafas que derrubou. Ganha aquele que fizer o maior número de pontos.

2. Argolas

Bastante tradicional nas festas juninas, o jogo de argolas também pode ser jogado em sala de aula. Uma vantagem adicional é que as garrafas do jogo de boliche podem ser utilizadas nessa brincadeira.

Nessa atividade, as garrafas são distribuídas no chão. O aluno recebe 6 argolas e, de um local determinado por você, tenta acertá-las nas garrafas, que podem ser enchidas com areia para ficarem mais firmes.

Quando acabarem suas argolas, o aluno deve contar quantos pontos fez e aguardar as jogadas dos outros participantes. Quem fizer mais pontos vence.

3. Jogo dos copos

Nessa brincadeira, coloque sobre uma mesa 3 copos grandes de plástico: o primeiro com uma etiqueta escrito “Centenas”, o segundo com outra em que se lê “Dezenas” e no terceiro, a palavra “Unidades”.

Na sequência, um aluno de cada vez se posicionará a uma determinada distância da mesa, receberá 10 tampinhas de garrafas e tentará acertá-las dentro dos recipientes.

Se acertar 3 tampinhas no copo das centenas, 5 no das dezenas e 2 no das unidades, por exemplo, terá obtido um total de 352 pontos. Ganha quem fizer o maior número de pontos.

Essa é uma atividade muito eficiente quando inserida adequadamente no plano de aulas.

4. Bingo dos 9 números

Essa brincadeira é útil no desenvolvimento das habilidades relacionadas às 4 operações fundamentais da matemática (adição, subtração, multiplicação e divisão).

Na atividade, cada aluno recebe uma cartela com 9 campos em branco e escreve números entre 1 e 36 em cada um desses espaços. Em seguida, você lança dois dados e fala em voz alta os números que saíram em cada um deles.

Então, o aluno verifica se existe alguma das 4 operações básicas que envolva os números ditados por você e que resulte em algum dos números que escreveu na cartela. Em caso positivo, ele anota junto ao número escrito previamente a operação que resultou no valor presente naquele espaço. O vencedor será aquele que completar a cartela primeiro.

Quando inseridas da forma certa no planejamento das aulas, as brincadeiras de matemática para sala de aula são excelentes ferramentas a fim de estimular nos estudantes o gosto pela disciplina. Portanto, não hesite em usá-las!

Quer saber mais dicas sobre como preparar boas aulas? Então, confira o artigo que preparamos e surpreenda os alunos logo no primeiro dia de aula!